
Enfim, cumpri minha maior missão no inesquecível ano de 2009. Admito, o "inesquecível" está carregado de romantismo, mas traz também muito orgulho e desmedidas doses de sensação de ter conquistado algo singularmente valioso. E conquistei. Além da minha formação - agora sou jornalista! (e dá-lhe mais romantismo...) -, escrevi o meu primeiro livro, Oscar: uma crônica maroniana.
A obra, resultado do meu TCC - Trabalho de Conclusão de Curso, é um livro-reportagem que aborda fatos da trajetória de Oscar Maroni Filho, empresário da afamada boate Bahamas Club.
O percurso da reportagem me presenteou com muitas histórias - os bastidores da produção de um projeto jornalístico é sempre interessante, mas raramente os autores trazem à tona tais detalhes. Desejo contar algumas aqui (não agora!). Por enquanto, deixarei apenas uma mensagem sobre o fazer narrativas de realidade. Para narrar uma história de vida, o narrador também deve ter o compromisso - na verdade, tarefa - de abraçar todos os conflitos do personagem (ou dos personagens). Mais do que isso: deverá instituir a arte da coexistência. Afinal, o narrador, mesmo "feito de palavras" - como conceituou Mario Vargas Llosa em Cartas a un novelista -, também tem as suas aflições. É isso.
Para a apreciação de todos que acidentalmente - ou não - chegarem até esta página, deixo também a capa do livro.
A obra, resultado do meu TCC - Trabalho de Conclusão de Curso, é um livro-reportagem que aborda fatos da trajetória de Oscar Maroni Filho, empresário da afamada boate Bahamas Club.
O percurso da reportagem me presenteou com muitas histórias - os bastidores da produção de um projeto jornalístico é sempre interessante, mas raramente os autores trazem à tona tais detalhes. Desejo contar algumas aqui (não agora!). Por enquanto, deixarei apenas uma mensagem sobre o fazer narrativas de realidade. Para narrar uma história de vida, o narrador também deve ter o compromisso - na verdade, tarefa - de abraçar todos os conflitos do personagem (ou dos personagens). Mais do que isso: deverá instituir a arte da coexistência. Afinal, o narrador, mesmo "feito de palavras" - como conceituou Mario Vargas Llosa em Cartas a un novelista -, também tem as suas aflições. É isso.
Para a apreciação de todos que acidentalmente - ou não - chegarem até esta página, deixo também a capa do livro.
Muito bom! Virei aqui com maior freqüência.
ResponderExcluirAbr.
Serial Fucker
Interessante, Daniel. Gostaria de ler. Se puder, pode mandar o PDF para meu e-mail: fausto@botecoujo.net. Um abraço.
ResponderExcluirDaniel,
ResponderExcluirSou um dos autores do livro que o Fausto citou no blog dele, o Glamour e Boca do Lixo. Também gostaria de dar uma olhada no seu trabalho, pelo menos uns trechos. O Marone é um puta personagem!
meu e-mail: lucianocpaula@gmail.com
Como adquirir uma cópia desse livro?o tema me interessa bastante. Aliás, posso colocar seu blog na lista de links do meu, Noites Cafajestes? (http://noitescafajetes.blogspot.com), e-mail:alexbautor@gmail.com
ResponderExcluirComo faço para ter uma cópia deste livro?
ResponderExcluirEduardo, obrigado pelo interessse, mas o livro ainda não foi editado (e talvez nem será, pois o OM não nada bem quisto pela nossa sociedade). Não sei se você viu, mas disponibilizei trechos aqui: http://opiofagia.blogspot.com/2010/06/delirios-fragmentos-de-uma-cronica.html
ResponderExcluirAbraço,