quinta-feira, 16 de julho de 2009

Billie Holiday

De vez em quando não resisto a tentação de publicar posts efemeridistas. Mas hoje todos hão de me perdoar, principalmente os deuses da música - vou falar diretamente aos amantes da boa música, sobretudo do jazz. Não é preciso lembrar que hoje é o dia do cinquentenário da morte de Billie Holiday, não é? Billie partiu, mas tenho a impressão (acho que o mundo tem), no entanto, de que a divindade esteja vagando por aí, cumprindo a agenda de uma mega turnê. Afinal, a mulher ainda inspira muitos talentos e embala a dor e as paixões de muita gente. A concepção é clichê, mas, também, é inegável: a catedrática do jazz é imortal.

Billie teve uma vida digna de diva, com direito a todas as excentricidades, aventuras, céu e inferno. Na mesma veia que escoava seu talento indubitável, corria também o fel amargo das drogas. Sua vida foi movida a muitos amores, amores bandidos, que contribuíram para uma trajetória tão vertiginosa, lancinante e que entrou para os capítulos mais emocionantes da história da música universal. Recomendo um passeio pela obra e vida de Billie - recentemente, li um delicioso perfil escrito por Ruy Castro (Saudades do Século 20), mas vale pesquisar outras obras, pois Billie é indispensável.




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