terça-feira, 16 de dezembro de 2008

MIS - Museu da Imagem e do Som

Tenho que contar. Sexta-feira passada, por acaso, fui ao MIS – Museu da Imagem e do Som. Estava eu perdido no Jardins, envolvido em uma reportagem malfadada, passo em frente ao museu e, para não perder a viagem, entrei.

Há tempo estava com vontade de conhecer o MIS, mas, confesso, sou muito preguiçoso, apesar de curtir esses lugares.

Eu tinha outra imagem do museu (que nem tenho coragem de postá-la aqui, porque - na boa – era muito inocente...).

Ao entrar, a primeira frase que consegui balbuciar foi: “que hospício (bom) é esse?”. Confesso que fiquei atordoado com as não-sei-quantas plasmas que exibiam não-sei-quantos curtas. Tive vontade de sentar e assistir a todos, porem estava sem tempo – acabei assistindo apenas O Fim do Homem Cordial (que valeu muito!).

O filme de Daniel Lisboa é uma narração jornalística do seqüestro de um líder político baiano. As imagens mostram os seqüestradores bradando (com mil e um palavrões) contra o ‘coronelismo’ da terra de Jorge Amado

O mais irônico: o crime se passa na Bahia, o noticiário é baiano, mas o âncora do telejornal (Casemiro Neto), do BaTV, no curta, tem a língua enrolada. A impressão é que estamos diante de um boletim árabe. Muito intrigante o link terrorista que o Daniel fez.

Bem, e se juntar as peças ‘líder político da Bahia’ mais ‘rede de TV’ qual será a peça final. Como diz a nossa amiga Lucianta Gimenez: “abafa o caso” afinal de contas, a tal peça nem integra mais essa dimensão.

Até fiz umas fotos (na encolha) lá no MIS, porém, não sei o que aconteceu. Blog, computador, os arquivos das imagens, navegador e não-sei-quem-mais não se entenderam, por isso não rolou a postagem.

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